quinta-feira, 17 de abril de 2014

Capitão América 2: O Soldado Invernal

Já é um fato que temos cada vez mais lançamentos de filmes baseados em  Hqs, especialmente no gênero de super-heróis. Contudo, de tempos em tempos surge algum filme que transcende o gênero e torna-se referência para produções posteriores, temos Dark Knight como principal exemplo e esse também é o caso de Capitão América 2: O Soldado Invernal.

O filme começa nos mostrando Steve Rogers em operação da S.H.I.E.L.D., e apesar de trabalhar com eles, logo fica claro seu desconforto com a forma de agir da organização.
Além deste aspecto, também podemos ver como o Capitão vem se esforçando para se adaptar aos dias  atuais e ao fato de ser considerado por todos como um verdadeiro ícone. Estes dois pontos surgem sempre sutilmente durante o filme e acompanham o personagem até o fim.

A história central começa realmente a se desenvolver quando Nick Fury sofre um atentado, sendo um dos enviados para lhe matar o agente inimigo conhecido pela alcunha de Soldado Invernal. Não podendo confiar em ninguém e já desconfiado, por ter tido seu acesso na S.H.I.E.L.D. diminuído, Fury entende que a organização foi comprometida e passa para o Capitão América todas as informações de que dispõem, incumbindo-o da tarefa de descobrir quem são os verdadeiros inimigos.
Natasha Romanov, melhor conhecida como Viúva Negra, acaba ajudando Rogers a desvendar a intrínseca teia que envolve agentes infiltrados e certamente abalará as estruturas da S.H.I.E.L.D.
A parceria entre o Capitão América e a Viúva Negra é um dos pontos altos do filme e permite um desenvolver não só um elo mais forte entre estes dois personagens, como há também uma evolução individual em ambos.

Quem também não pode ser esquecido é Sam Wilson, o Falcão Negro , introduzido no filme como um piloto de elite, e, sendo militar, você pode ter uma pequena ideia do apreço que ele tem pelo Capitão… Com isso, logo os dois estabelecem uma amizade que se torna fundamental no decorrer do filme.
Ao dar um toque político e uma trama que lembra  a franquia de “Jason Bourne”, O Soldado Invernal  eleva o universo cinematográfico da Marvel . Enfim, este é um filme indicado não somente para os fãs da Marvel, mas para qualquer um que goste de cinema, pois não é sempre que vemos um filme de ação, de modo geral, tão bom assim.


Capitão América 2 consegue facilmente ser superior ao primeiro(achei fraco o primeiro), ponto para o diretor Joe Russo, é diversão garantida e, acredite, com cérebro. Ah, e como é de se esperar, fique no cinema depois do final: há cenas pós-créditos  de  Os Vingadores 2 – A Era de Ultron.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Faith no More - Angel Dust

Na última postagem falei sobre o álbum The Real Thing, e no fim da postagem disse que comentaria sobre o o trabalho que viria a suceder o mesmo.Há 22 anos atrás, na época em que foi lançado Angel Dust,eu era leitor assíduo e assinante da Revista(impressa) BIZZ. Pois bem, lembro que que foi criada uma certa expectativa a respeito do novo trabalho da banda, e lembro também da resenha(muito boa) que saiu na Bizz, texto do André Forastieri ...Não vou comentar sobre  Angel Dust, e sim reproduzir esse texto escrito no ano de 1992.



"A gravadora London disse que esse álbum é suicídio comercial para o Faith No More. E é mesmo. Não tem nada a ver com The Real Thing, Epic, Edge Of The World, todo mundo cantando junto e balançando as mãos e tascando sorvete na testa.
Não, isso é um esporro -purulento -paranóico-escroto- sanguinolento, cérebros explodindo multidirecionalmente, picas frustradas se ralando no cimento e sangrando em cima de crianças miseráveis morrendo de fome.
Demônios à solta. Adeus fãzinhas púberas, adeus MTV, adeus tudo. Não tem uma porra de um sucesso neste disco. O Faith No More foi longe demais.

Midlife Crisis, o primeiro single, dá uma pista do disco mas não entrega o jogo. O próximo (A Small Victory) é a coisa mais "fácil" de Angel Dust, mas suas possibilidades de sucesso foram abortadas com sete meses - os caras botaram um trecho completamente anticomercial e esquisito no meio.
Por que esse desejo de se matar? Não vem ao caso, mas é quase grande arte.


Angel Dust é Frankenstein: pedaços de gêneros estabelecidos que não estão mortos mas já fedem -metal, hip-hop, country, thrash - fundidos numa criatura única, simultaneamente podre e rebimbando de vitalidade.

O NME chamou de schizo.core, hardcore esquizofrênico. É um bom rótulo, mas não é suficiente.
Seguinte: não tem uma letra simples no álbum. Daria para dizer que são quase poemas se não fosse soar tão pretensioso, poemas no sentido William Burroughs da coisa.
Exemplo 1: "os balanços do parquinho não me acomodam mais/folclore: ninguém deveria acreditar que no próximo ano tem aula/escreva cem vezes"(em "Kindergarten").
Exemplo 2: "Chegou a hora de falar com meus filhos/vou dizer a eles exatamente o que meu pai me disse/ VOCÊ NUNCA VAI DAR EM NADA" (em "RV").
O detalhe é que não tem uma letra que dê para cantar junto. A estrutura das músicas não permite, e a voz de Mike Patton varia radicalmente e vai do velho falsete (pouco usado) a puro terror thrash a baladeiro canastrão.
É tão absurdo que no primeiro lado, logo depois de Midlife Crisis, tem uma música que parece Frank Zappa ("RV") seguida de um funk metal sujão (Everything´s Ruined) e de outra que lembra Godflesh/Sepultura, distorção no talo e vocais monstro (Malpractice).

Minha favorita, Be Agressive, lembra um pouco We Care A Lot, sugere sadomasoquismo, começa com órgão de igreja, tem coro infantil no refrão e guitarra wah-wah.

Patton está furioso: "O que outro deixaria para trás, cuspiria fora, desperdiçaria eu assumo como meu". Mas as coisas vão mesmo para o inferno em Jizzlober. É grito choro dor primal, me arrancaram do útero, um pesadelo de distorção e desespero. O que significa isso tudo?Não sei e não me importo. Vou deixar para alguém mais esperto que eu o trampo de decodificar Angel Dust."

Como sempre que possível AQUI está o link de download.

domingo, 13 de abril de 2014

The Real Thing / Faith no More

Bem, hoje vou falar um pouco sobre o terceiro álbum (O primeiro a ter repercussão mundial)  de uma das minhas bandas preferidas.
“The real thing” do Faith No More. Criado como uma banda de pós- punk em 1982, o quinteto de São Francisco despediu o vocalista alcoólatra Chuck Mosley e substituiu por Mike Patton, de 20 anos, originário de Eureka, na California, possuidor de uma grande extensão vocal e de uma maneira curiosa de brincar com as palavras.Ele se tornou uma fonte de inspiração.

The Real Thing, lançado em 1989 é variado, mas bem acabado, indo desde o ataque trash de horror em “Surprise You’re Dead” passando pelas convulsões de rock progressivo da música que dá título ao disco e pelo estrondoso instrumental “Woodpecker From Mars”, pancadaria  e cheia de timbres orientais.
Há três singles memoráveis: “From Out Of Nowhere” é uma vibrante música de amor, adornado por um persistente riff do tecladista Roddy Buttom; “Falling To Pieces”,assim como em “The morning after” que  evidenciam  o estilo funk do baixista Bill Gould e do baterista Mike Bordin. O grande sucesso, contudo – chegando ao nono lugar nos Estados Unidos – foi “Epic”, uma minissinfonia dramática, muito divulgada pela MTV, com versos rap, uma refrão atraente (grudento), os solos do guitarrista Jim Martin e um final majestoso de piano.”Epic “ também causou uma certa controvérsia por conta do peixinho no final do clip, e a banda foi acusada de maus tratos a animais e blah,blah,blah...
 “Edge of the Word “uma baladinha com levada lounge , para mim tem uma letra um tanto suspeita, analisem e tirem suas conclusões...” Você pode confiar em mim, eu não sou um criminoso, mas eu mataria minha mãe para estar com você” em outro trecho e letra diz;” Ei garotinha, você quer algum doce? Venha sentar-se logo deite sua cabeça em meu ombro, o que interessa não é que eu sou quarenta anos mais velho. Sorria para mim deixe-me ver essas pérolas eu farei qualquer coisa para as garotinhas...

Apesar de ser popular entre os fãs de metal, o grupo nunca apreciou esse gênero e regressou, três anos mais tarde, como o maravilhoso e bizarro Angel Dust. Ainda sim, The Real Thing viria a ser uma influência importante para bandas de numetal como Korn e Limp Bizkit, que faziam versões cruas e sem humor da sutil fusão de estilos do Faith No More. Patton, em particular, desprezava esses seguidores.



Muitas expectativas foram criadas em torno do álbum que viria a suceder “TRT”.

Três anos depois a banda lança “Angel Dust”, considerado por muitos como o suicídio comercial da banda, não que o trabalho fosse ruim, muito pelo contrario. Mas isso é assunto para outra postagem, faço questão de falar desse álbum. 
AQUI o link pra quem quiser baixar o álbum. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Pulp Fiction - Tempo de Violência.

Aproveitando o fato de Quentin Tarantino estar aniversariando esta semana e que em 2014 “Pulp Fiction” completa 20 anos.
Antes de mais nada vamos esclarecer uma coisa:  Pulp Fiction é uma das melhores obras cinematográficas de sempre. Sem discussões.

Posso tentar explicar que assim o considero pela incrível  roteiro , pelo desempenho fantástico do elenco. Ou mesmo pela fantástica  trilha sonora muito característica (o próprio Tarantino escolhe as faixas a partir de seu acerco particular), mas onde Pulp Fiction brilha, sem dúvidas, são nas situações e nos  diálogos  carregados de cultura pop. Algo em que Quentin Tarantino é especialista. A forma brilhante como as situações são apresentadas e encaradas pelos personagens completamente realistas (e ao mesmo tempo surreais) e facilmente comparáveis com a realidade, assim como a maneira que os mesmos interagem entre si chega ao ponto de parecer verdadeiramente palpável.
Poderia fazer uma sinopse onde diria que; em Pulp Fiction são apresentadas três histórias de personagens distintos que acabam por se unir, e cada uma acaba por ter o seu devido desfecho, mas a verdade é que todo o triunfo do filme está na vertente humana. Situações, reações, problemas, crenças, atitudes, comportamentos, medos, tudo isto está presente em Pulp Fiction e apresentado de uma maneira que só o mestre Quentin sabe. É justamente por ser tão assentado na realidade  (e simultaneamente humorística) que é fácil encontrar atitudes racistas, discriminatórias, humor sutil e, acima de tudo, humor negro, da forma como só Tarantino sabe entregar, desprovido de atitudes politicamente corretas ou preocupação. Além disto, a comédia é um elemento bastante presente no filme, assim como a violência gráfica e, claro, os 'palavrões'. Não há mais ninguém no mundo que diga 'motherfucker' como Samuel L. Jackson diz; aliás, só Samuel L. Jackson consegue dizer 'motherfucker' duas vezes seguidas e não parecer um idiota, fazendo sentido completo no contexto em que está inserido. Brilhante.
Bem vamos lá...
Um dos maiores filmes da década de 90, Pulp Fiction é a obra prima do então novato Quentin Tarantino. O diretor que não passava de um balconista numa locadora de vídeos teve a sorte de conseguir produzir seu primeiro filme, o bem sucedido “Cães de Aluguel”, 1992. Após o sucesso do filme, Tarantino percebeu que havia espaço em hollywood para sua linguagem tão particular de expor a violência na tela. Em Pulp Fiction, ele conseguiu juntar um elenco invejável. Celebridades como: John Travolta, Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Harvey Keitel, Tim roth, Ving Rhames, Eric Stoltz, Christopher Walken, Bruce Willis, entre outros. Tarantino reuniu desde grandes atores por hora esquecidos, como é o caso de John Travolta cuja carreira estava em crise. O ator costumava fazer filmes pelo cachê fixo de 20 milhões de dólares, mas estrelou em Pulp Fiction  pela bagatela de $ 150 mil. Apesar de um cachê relativamente pequeno foi esse filme que reergueu Travolta. Também contou com outros atores em alta, como é o caso de Bruce Willis que havia acabado de estrelar no BlockBuster “Duro de Matar”.
A soma do roteiro com o elenco e a direção resultou num filme brilhante, com diálogos engraçadíssimos e surpreendentes e cenas inesquecíveis. O filme se baseia em várias histórias paralelas que de alguma forma se encontram e que não seguem uma linha temporal lógica, o que da um caráter pós-moderno. Dois assassinos profissionais, Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) são encarregados de fazer as cobranças para um gangster chamado Mersellus Wallace (Ving Rhames). Mas, durante um trabalho, passam por varias situações imprevisíveis e de certa forma cômicas. Em outro momento, Vincent recebe a missão de cuidar da esposa de seu chefe, Mia (Uma Thurman), numa noite que será longa para ambos. Enquanto isso, Butch Coolidge (Bruce Willis), um boxeador em decadência, ganha a luta que deveria perder, o que o coloca numa situação que pode lhe custar a vida. Mas afinal, o que faz de Pulp Fiction um filme digno de ser assistido? São os pequenos detalhes. Os diálogos que foram cuidadosamente escritos, por exemplo. Não que tenham uma carga filosófica considerável, pelo contrário, mas são totalmente inesperados. Os assassinos Vincent e Jules antes de executarem seu trabalho, têm uma longa conversa sobre as diferenças entre o Mac Donald´s da Europa e dos EUA e sobre massagens nos pés.

 O humor e a genialidade estão simplesmente no fato de os dois personagens discutirem de forma voraz assuntos tão banais atravessando minutos a fio, como se fosse um debate político ou uma discussão ideológica. Tentam fundamentar seus argumentos sobre massagens nos pés como se fosse um assunto muito inteligente, e tudo isso antes de assassinarem algumas pessoas. O humor e a maldade andam lado a lado. 

O filme também é enigmático. Por exemplo, uma maleta aparentemente comum carregada por Vincent e Jules. Todos que olham dentro da maleta ficam de boca aberta, desacreditados e sem palavras. Mas em nenhum momento falam o conteúdo da maleta, para desespero dos espectadores. Existem diversas teorias sobre o assunto. Uma delas diz que seria a alma de Marsellus Wallace. Outras dizem ser cocaína ou ouro. Tarantino já disse que jamais divulgará o conteúdo da maleta, e acha que incrível como pôde aguçar a imaginação das pessoas. Pouco importa, a genialidade do filme está nesses pequenos detalhes. Humor, violência, situações imprevisíveis, diálogos singulares, uma trilha sonora incrível e original uma trama de personagens e é claro, Quentin Tarantino compuseram um roteiro vencedor do Oscar 1994 e da Palma de Ouro. Mais um comentário: ASSISTAM! 





quarta-feira, 19 de março de 2014

Censura na internet não!


 Internauta rastreado pelo governo.
Usando como pretexto a defesa dos diretos humanos, o governo tenta aprovar uma lei que permitirá que todos seus passos na internet sejam registrados,além de poder bloquear/retirar qualquer conteúdo que julgar necessário 

Os sites que você acessou, os vídeos que assistiu, os posts e comentários que fez no facebook, os downloads, as músicas que você ouviu…tudo monitorado.
Nós vamos engolir mais essa?

Epa, eu não quero! O que eu posso fazer?
O que todo eleitor deveria: fazer valer o seu voto.
Os nossos representantes na Câmara dos Deputados  votarão semana que vem
o projeto de Lei nº 2126/2011 que pretende criar:
“REGISTROS PREVENTIVOS DE TODA MOVIMENTAÇÃO NA INTERNET BRASILEIRA”.
Ou seja, vão rastrear e guardar tudo que você faz na internet, afinal, você pode ser um potencial BANDIDO.

LIGUE e peça para que representantes que você elegeu e  cujo salário é pago com seus impostos em Brasília defendam seu direito de privacidade e sua liberdade de expressão, VOTANDO “NÃO”, para acabar de vez com esse projeto.
Abaixo há uma lista com os nomes dos líderes dos partidos, a votação é semana que vem, ainda dá tempo de fazermos alguma coisa.
Ligar ou mandar fax causa mais impacto, mas se não puder, mande um email, toda manifestação conta!
E não se esqueça de espalhar a informação. No final da página você encontrará os botões para compartilhar.
Gaste 5 minutos do seu tempo para fazer valer a SUA LIBERDADE!
Telefone ,Fax e email dos Líderes dos Partidos
Entre em contato e peça voto contrário ao PL 2126-2011


Deputado HENRIQUE EDUARDO ALVES
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Partido/UF: PMDB / RN / Titular
email: dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5539 – Fax: 3215-2539
Deputado BRUNO ARAÚJO
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Partido/UF: PSDB / PE / Titular
email: dep.brunoaraujo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5718 – Fax: 3215-2718
Deputado GUILHERME CAMPOS
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Partido/UF: PSD / SP / Titular
email: dep.guilhermecampos@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5283 – Fax: 3215-2283
Deputado LINCOLN PORTELA
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Partido/UF: PR / MG / Titular
email: dep.lincolnportela@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5615 – Fax: 3215-2615
Deputado ARTHUR LIRA
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Partido/UF: PP / AL / Titular
email: dep.arthurlira@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5942 – Fax: 3215-2942
Deputado RIBAMAR ALVES
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Partido/UF: PSB / MA / Titular
email: dep.ribamaralves@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5729 – Fax: 3215-2729
Deputado ANTONIO CARLOS MAGALHÃES NETO
==================================================
Partido/UF: DEM / BA / Titular
email: dep.antoniocarlosmagalhaesneto@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5939 – Fax: 3215-2939
Deputado ANDRÉ FIGUEIREDO
==================================================
Partido/UF: PDT / CE / Titular
email: dep.andrefigueiredo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5940 – Fax: 3215-2940
Deputado JOVAIR ARANTES
==================================================
Partido/UF: PTB / GO / Titular
email: dep.jovairarantes@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5504 – Fax: 3215-2504
Deputado RUBENS BUENO
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Partido/UF: PPS / PR / Titular
email: dep.rubensbueno@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5623 – Fax: 3215-2623
Deputado ANDRE MOURA
==================================================
Partido/UF: PSC / SE / Titular
email: dep.andremoura@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5846 – Fax: 3215-2846
Deputado ANTONIO BULHÕES
==================================================
Partido/UF: PRB / SP / Titular
email: dep.antoniobulhoes@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5327 – Fax: 3215-2327
Deputada JAQUELINE RORIZ
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Partido/UF: PMN / DF / Titular
email: dep.jaquelineroriz@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5408 – Fax: 3215-2408
Deputado ANTONIO CARLOS MENDES THAME
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Partido/UF: PSDB / SP / Titular
email: dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5624 – Fax: 3215-2624
Deputado SARNEY FILHO
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Partido/UF: PV / MA / Titular
email: dep.sarneyfilho@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5202 – Fax: 3215-2202
Deputado JÂNIO NATAL
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Partido/UF: PRP / BA / Titular
email: dep.janionatal@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5671 – Fax: 3215-2671
Deputado DR. GRILO
==================================================
Partido/UF: PSL / MG / Titular
email: dep.dr.grilo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5645 – Fax: 3215-2645
Deputado JOSÉ HUMBERTO
==================================================
Partido/UF: PHS / MG / Titular
email: dep.josehumberto@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5267 – Fax: 3215-2267
Deputado AUREO
==================================================
Partido/UF: PRTB / RJ / Titular
email: dep.aureo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5581 – Fax: 3215-2581
Deputado EDIVALDO HOLANDA JUNIOR
==================================================
Partido/UF: PTC / MA / Titular
email: dep.edivaldoholandajunior@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5484 – Fax: 3215-2484

Fonte: http://marcocivilnao.com/


segunda-feira, 17 de março de 2014

Lei Rouanet.

Se informe sobre a lei Rouanet Wikipedia Lei_Rouanet.

Lobão continua sendo um dos artistas mais críticos e politizados do Brasil, uma entrevista dele dada a Band News me deixou perplexo com o mau uso da lei Rouanet. ”O escopo inicial era para ajudar artistas em início de carreira”, explicou. “Mas se tornou uma coisa perversa, artistas consagrados (Claudia Leite, Gilberto Gil, Barão Vermelho...e muitos outros) inventando comemorações para recolher dinheiro e se sustentar.”

O cantor contou ainda que chegou a ter um projeto de R$ 2 milhões aprovado pela Lei, mas recusou a quantia. “Fiquei indignado, sou um homem, não um verme. Não vou mamar no governo, o que é errado. E isso funciona como cala boca, há um silêncio entre os artistas, porque 90% são sustentados por essa política”, completou.



Enquanto isso, a baiana Claudia Leitte recebe quase R$ 6.000.000,00 (Seis milhões) de incentivos dessa Lei, que é dinheiro público, meu, seu, nosso. Ainda está sendo acusada de fraudar a Lei Rouanet, e mesmo assim, continua recebendo a bagatela milionária. Não devemos esquecer, que esta Lei financiou R$ 1.500.000,00 (Um milhão e quinhentos milreais), para a criação de um blog da cantora baiana Maria Bethânea. Desse jeito o governo do PT segue cooptando simpatias de artistas e bandidos.Para evitar derramamento de sangue nos presídios, caso os encarcerados se envolvessem nos protestos que explodem no país inteiro, o Governo de Dilma criou o Bolsa Família dos Presos, cujo valor é quase o dobro do salário mínimo. Não é a toa que inexistem manifestações contra a lei Rouanet… e nem declarações de artistas, desportistas… as declarações acima, do cantor Lobão, explicam o silencio desses espertalhões. A LEI DE INCENTIVO A CULTURA – A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), conhecida também por Lei Rouanet, é a lei que institui políticas públicas para a cultura nacional, como o PRONAC – Programa Nacional de Apoio à Cultura.
Artigo 25 da lei "Os projetos a serem apresentados por pessoas físicas ou pessoas jurídicas, de natureza cultural para fins de incentivo, objetivarão desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer, os processos de preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro, e os estudos e métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais, compreendendo, entre outros, os seguintes segmentos:
    I - teatro, dança, circo, ópera, mímica e congêneres;
    II - produção cinematográfica, videográfica, fotográfica, discográfica e congêneres;
    III - literatura, inclusive obras de referência;
    IV - música;
    V - artes plásticas, artes gráficas, gravuras, cartazes, filatelia e outras congêneres;
    VI - folclore e artesanato;
    VII - patrimônio cultural, inclusive histórico, arquitetônico, arqueológico, bibliotecas, museus, arquivos e demais acervos;
    VIII - humanidades; e

    IX - rádio e televisão, educativas e culturais, de caráter não-comercial."


O problema com este mecanismo é que as empresas sempre financiarão obras culturais com as quais querem ser associadas. Produções que contêm atores Globais ou atores famosos da indústria do entretenimento provavelmente atrairão mais patrocínios do que produções menores ou menos conhecidas. E este dinheiro é um dinheiro que a empresa teria que pagar a título de Imposto de Renda para o governo. No entanto, as empresas ainda vinculam seus logotipos ao projeto, fazendo uma propaganda gratuita com o dinheiro dos impostos do contribuinte. Frequentemente, antes das performances começarem, há longas gravações listando patrocinadores, vídeos corporativos e ainda promoções dos patrocinadores. A despeito destes problemas, a Lei Rouanet se tornou o modelo para o financiamento do teatro e da cultura, e tem inspirado governos estaduais e municipais a estabelecerem suas próprias Leis de Incentivo.

Entretanto, as críticas à Lei Rouanet frequentemente falam em desvio de finalidade. A visão comum é que ‘a Lei Rouanet é boa, ela quer incentivar a cultura, os artistas desconhecidos e os artistas populares, mas o MinC acaba aceitando só projetos de pessoas ou empresas famosas.’ Isto é uma grande falácia. Quem gastar 20 minutos para ler a Lei Rouanet inteira verificará que nada é dito sobre artistas populares, pouco é dito sobre artistas desconhecidos ou independentes e pouquíssimo é dito sobre a inclusão da população como um todo neste âmbito cultural.


 Abaixo texto da entrevista do cantor Lobão à Folha de S.Paulo
A materia completa Aqui .




Em 02/05/2013 a Folha de São Paulo entrevista o Lobão sobre o conteúdo de seu livro. "Tudo passa na Lei Rouanet", diz Lobão em entrevista. Em uma hora e meia de entrevista concedida em sua casa, em Pompeia, zona oeste de São Paulo, Lobão ampliou os ataques de seu livro. Se a sua idade não permitiu ver o que aconteceu na fala de Lobão então veja o que ele afirma. Entre diversos assuntos,, reclamou de nomes consagrados captarem recursos via Lei Rouanet, e disse se orgulhar de ter recusado a autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 2 milhões. Procuradas pela Folha, as pessoas citadas por Lobão não se pronunciaram até o fechamento desta edição.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Dica de filme "O expresso da meia-noite"

Já assisti a vários e ótimos filmes que tem como pano de fundo a "vida" e o cotidiano dentro de uma penitenciaria,dentre estes posso citar por exemplo,"Um sonho de liberdade","A espera de um milagre", "Papillon", ou ainda a série "Prison Break .Tinha aqui em casa já ha algum tempo uma cópia do filme "O expresso da meia noite". Resolvi ver ontem, e querem saber?FILMAÇO. Dirigido por Allan Parquer, e escrito por ninguém menos que Oliver Stone, o filme conta a historia real de Billy Hayes,que na volta de umas férias na Turquia resolve trazer um "pouquinho de haxixe".Preso no aeroporto é condenado a quatro anos de prisão,que posteriormente (para servir de exemplo) devido a tensão vivida entre os EUA e Turquia se transformam em trinta!?. Começa aí para o protagonista um verdadeiro inferno.


O nome do filme é uma alusão ao apelido dado pelos prisioneiros sobre a fuga da prisão. Durante todo o filme, só o que vemos é Hayes ser torturado, massacrado e até mesmo estuprado pelos guardas da prisão. Depois que um grupo que tenta fugir é entregue por um outro prisioneiro, ele morde e arranca a língua dele. Para piorar ainda mais sua situação, é posto em algo que deveria ser um manicômio. O que acompanhamos por todo o filme não é um homem aprisionado, é a destruição dele enquanto ser humano. É a transformação de um homem em um animal. Sua única saída possível pode ser o tal expresso mesmo

Parte do êxito do filme com certeza de deve ao talento do ator-até então desconhecido Brad Davis-que interpreta Hayes em uma atuação perfeita. Em determinado momento do filme,em uma audiência,Hayes desabafa:"O que é um crime? O que é punição? Parece variar de um tempo para o outro, de um lugar para o outro. O que é legal hoje se torna ilegal amanhã porque a sociedade assim determina, e o que era ilegal ontem se torna legal hoje porque todo mundo está fazendo e não dá para prender todo mundo. Eu não estou dizendo que está certo ou errado, só estou dizendo que é assim que funciona".


O filme é pesado e incrivelmente realista ao retratar uma prisão em um país de terceiro mundo,causou polêmica na época de seu lançamento (1978),foi banido da Turquia e acusado pelos mesmos de ser xenófobo. "O Expresso da meia noite" Não perdeu a sua força com a passar do tempo e com certeza merece estar entre os melhores filmes de "penitenciarias" já filmados.